Regulação, contratos públicos, compliance e controle

Advogado para Equipamentos Médicos e Produtos para Saúde

O Dantas Fonseca Advocacia presta assessoria jurídica a fabricantes, importadores, distribuidores e fornecedores de equipamentos médicos e produtos para saúde, atuando em questões relacionadas à ANVISA, registros, tecnovigilância, fiscalização sanitária, licitações públicas, contratos administrativos, compliance e processos administrativos.

Regulação de equipamentos e dispositivos médicosRegistros, autorizações, exigências e alterações.
Contratações públicasLicitações, contratos, fornecimento ao SUS e reequilíbrio.
Integridade e controleCompliance, TCU, CGU e processos administrativos.
ANVISA
Empresas de equipamentos médicos
Contratações públicas
Compliance
TCU e CGU
Abrangência do setor

Equipamentos médicos e dispositivos médicos: qual a diferença?

Os equipamentos médicos integram a categoria mais ampla dos dispositivos médicos regulados pela ANVISA. Além de equipamentos e instrumentos, esse universo pode compreender materiais de uso em saúde, implantes, próteses, órteses, produtos para diagnóstico in vitro e determinadas soluções de software com finalidade médica.

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Equipamentos e instrumentos

Monitores, ventiladores, bombas de infusão, equipamentos de imagem, instrumentais cirúrgicos e outras tecnologias utilizadas na assistência.

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Implantes, próteses e OPME

Stents, marca-passos, placas, parafusos, próteses ortopédicas, implantes dentários e materiais especiais.

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Diagnóstico e software médico

Reagentes, testes, analisadores, plataformas diagnósticas, inteligência artificial e software como dispositivo médico.

Como podemos ajudar

Atuação jurídica para empresas de equipamentos médicos e produtos para saúde

O setor de equipamentos e dispositivos médicos exige integração entre regulação sanitária, contratos públicos, integridade, defesa administrativa e controle externo.

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Regulação sanitária e ANVISA

Autorizações, registros, alterações, exigências, diligências e decisões administrativas.

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Contratações públicas

Licitações, habilitação, impugnações, recursos, contratos e fornecimento ao SUS.

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Contratos administrativos

Execução, fiscalização, glosas, atrasos de pagamento, alterações e reequilíbrio.

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Fiscalização e sanções

Inspeções, autos de infração, interdições, multas, suspensões e recursos.

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Compliance para dispositivos médicos

Programas de integridade, due diligence, políticas internas, terceiros e treinamentos.

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TCU, CGU e controladorias

Auditorias, tomadas de contas, processos de responsabilização e medidas cautelares.

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Demandas estratégicas

Situações que podem exigir atuação jurídica especializada

Empresas de equipamentos médicos estão sujeitas a decisões regulatórias, contratuais e sancionadoras com elevado impacto econômico.

Registro ou alteração regulatóriaProcedimentos relacionados a dispositivos médicos, implantes, produtos para diagnóstico, softwares médicos e outras tecnologias.
Exigência da ANVISASolicitações de documentos, esclarecimentos, adequações ou complementações técnicas.
Licitação públicaRequisitos sanitários, habilitação, especificações técnicas, amostras e recursos.
Execução contratualEntrega, recebimento, logística, glosas, pagamento e reequilíbrio econômico financeiro.
Fiscalização e auto de infraçãoInspeções, medidas cautelares, interdições, apreensões e processos administrativos.
Auditoria e responsabilizaçãoApurações perante TCU, CGU, controladorias e outras autoridades públicas.
Jornada empresarial

Da pesquisa ao controle da atividade

O acompanhamento jurídico pode ocorrer ao longo de toda a relação da empresa de equipamentos médicos com o Estado.

Etapa 1Pesquisa

Estrutura jurídica do projeto e parcerias.

Etapa 2Registro

Procedimentos perante a ANVISA.

Etapa 3Produção

Licenças, certificações e qualidade.

Etapa 4Distribuição

Importação, armazenagem e cadeia logística.

Etapa 5Licitação

Editais, propostas e recursos.

Etapa 6Contrato

Fornecimento, fiscalização e pagamento.

Etapa 7Sanções

Autos, multas e processos administrativos.

Etapa 8Controle

TCU, CGU e auditorias.

Visão integrada

Quatro dimensões jurídicas do setor de equipamentos e dispositivos médicos

Uma mesma operação pode envolver simultaneamente regulação, contratação pública, integridade e controle.

Regulação sanitária

Autorizações, registros, exigências, inspeções, alterações e manutenção da regularidade perante a ANVISA.

Contratações públicas

Participação em licitações, fornecimento ao SUS, contratos com o Ministério da Saúde e execução contratual.

Compliance e integridade

Relacionamento com agentes públicos, profissionais da saúde, distribuidores, consultores e terceiros.

Órgãos de controle

Auditorias, tomadas de contas, responsabilização e defesa perante TCU, CGU e controladorias.

Produtos e segmentos

Atuação para diferentes categorias de equipamentos, dispositivos e produtos para saúde

O posicionamento é amplo e não se limita a uma única tecnologia ou classe de risco.

Equipamentos hospitalaresRegistro, alterações, fabricação, distribuição e contratações públicas.
Materiais hospitalaresProcedimentos regulatórios, mercado público e execução contratual.
ImplantesRegulação, exigências, fornecimento, contratos e políticas públicas.
Produtos para diagnósticoRegistro, alterações, importação, fabricação e contratações.
Softwares médicosEstratégia regulatória, documentação e relacionamento institucional.
Importadores e distribuidoresProdutos de alta complexidade, importação e fornecimento ao SUS.
Fabricantes nacionaisRegularização, publicidade, distribuição e fiscalização.
Tecnologias médicas e inovaçãoInovação, parcerias, pesquisa, regulação e transferência tecnológica.
Pós comercialização

Tecnovigilância e monitoramento após a entrada do produto no mercado

A atuação jurídica não se limita ao registro ou à notificação inicial. Empresas do setor também precisam administrar eventos adversos, queixas técnicas, ações de campo, recolhimentos, alertas sanitários e comunicações com a ANVISA durante todo o ciclo de vida do produto.

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Eventos adversos e queixas técnicas

Organização jurídica das informações, preservação de documentos, análise das responsabilidades e coordenação com as equipes de qualidade e segurança do produto.

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Ações de campo e recolhimentos

Avaliação das obrigações de comunicação, correção, substituição, retirada do mercado e relacionamento com hospitais, distribuidores, compradores públicos e autoridades sanitárias.

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Investigação e resposta regulatória

Apoio jurídico na investigação de causas, tratamento de não conformidades, elaboração de respostas e análise de repercussões administrativas, contratuais e reputacionais.

Gestão de crise regulatória

Resposta jurídica a ocorrências com impacto sanitário e empresarial

Uma ocorrência pós comercialização pode gerar medidas simultâneas perante a ANVISA, vigilâncias sanitárias, hospitais, compradores públicos, distribuidores e órgãos de controle.

Quebra, falha ou não conformidadeAnálise da ocorrência, do lote, da rastreabilidade e da documentação disponível.
Evento adversoCoordenação jurídica da resposta, preservação de evidências e comunicação com as autoridades.
Recall ou recolhimentoAvaliação da estratégia, das comunicações e dos impactos sobre contratos e mercado.
Suspensão ou interdiçãoDefesa contra medidas cautelares e avaliação da continuidade da operação.
Risco contratualRepercussões em licitações, entregas, glosas, substituição de produtos e sanções.
Risco reputacional e de integridadeGovernança das comunicações e alinhamento com políticas internas e terceiros.
Cadeia econômica

Uma visão jurídica de todo o ciclo dos equipamentos e dispositivos médicos

A empresa pode precisar de suporte jurídico desde o desenvolvimento e a regularização até o monitoramento pós comercialização e o controle das contratações públicas.

Etapa 1Pesquisa

Desenvolvimento, parcerias e propriedade do projeto.

Etapa 2Enquadramento

Categoria, finalidade e classe de risco.

Etapa 3Regularização

Registro, notificação, licença e autorização.

Etapa 4Mercado

Fabricação, importação e distribuição.

Etapa 5Contratação

Licitações, amostras e contratos públicos.

Etapa 6Tecnovigilância

Queixas técnicas, eventos e ações de campo.

Etapa 7Fiscalização

Inspeções, autos e medidas cautelares.

Etapa 8Controle

Recursos, auditorias, TCU e CGU.

Riscos empresariais

Questões que podem afetar a operação de empresas de equipamentos médicos

A estratégia jurídica deve considerar os impactos regulatórios, econômicos e reputacionais de cada decisão.

Suspensão ou cancelamento de registroMedida que pode impedir fabricação, importação, distribuição ou comercialização.
Interdição ou recolhimentoProvidências cautelares com impacto imediato na operação e na cadeia de fornecimento.
Inexecução contratualDificuldades de fornecimento, logística, câmbio, escassez ou alteração de custos.
Multa e impedimentoSanções administrativas com repercussão em futuras contratações públicas.
Risco de integridadeInterações com agentes públicos, prescritores, distribuidores, representantes e terceiros.
Controle externoAuditorias e apurações relacionadas a compras públicas, contratos e políticas de saúde.
Integração com o Poder Público

Principais relações jurídicas das empresas de equipamentos médicos

AmbienteQuestões frequentesAtuação jurídica
ANVISARegistros, autorizações, exigências, inspeções e sanções.Assessoria regulatória e defesa administrativa.
Ministério da SaúdeContratações, fornecimento, políticas públicas e programas estratégicos.Licitações, contratos e acompanhamento institucional.
SUSFornecimento a estados, municípios, hospitais e entidades públicas.Execução contratual, pagamento e reequilíbrio.
TCU e CGUAuditorias, tomadas de contas e responsabilização.Defesa, manifestações e recursos.
Vigilâncias sanitáriasFiscalização, licenças, interdição e autos de infração.Acompanhamento e defesa administrativa.
TecnovigilânciaEventos adversos, queixas técnicas, ações de campo, alertas e recolhimentos.Gestão jurídica da resposta e das comunicações.
ComplianceTerceiros, agentes públicos, hospitalidades, patrocínios e interações institucionais.Políticas, controles, due diligence e investigações internas.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre assessoria jurídica para empresas de equipamentos médicos e produtos para saúde

As respostas são gerais e dependem do produto, do procedimento, do contrato e dos documentos da empresa.

O que é um dispositivo médico?+

É um produto, equipamento, instrumento, implante, material, software ou outra tecnologia com finalidade de prevenção, diagnóstico, monitoramento, tratamento ou reabilitação em saúde.

Quais empresas de equipamentos médicos podem ser atendidas?+

A atuação pode abranger fabricantes, importadores, distribuidores, titulares de registro, empresas de diagnóstico in vitro, OPME, equipamentos hospitalares, implantes, próteses e softwares médicos.

Software pode ser enquadrado como dispositivo médico?+

Sim. Dependendo da finalidade e das funcionalidades, um software pode estar sujeito ao regime regulatório aplicável aos dispositivos médicos.

O escritório atua perante a ANVISA?+

Sim. A atuação jurídica pode envolver regularização, registros, notificações, autorizações, exigências, fiscalizações, tecnovigilância, processos administrativos e recursos.

O que é tecnovigilância?+

É o monitoramento de eventos adversos, queixas técnicas e outros problemas relacionados aos produtos para saúde após sua entrada no mercado.

Há atuação em recall ou recolhimento de produtos?+

Sim. A atuação jurídica pode apoiar a avaliação das obrigações, comunicações, ações de campo e impactos regulatórios, contratuais e reputacionais.

É possível atuar em registro de dispositivos médicos?+

A atuação jurídica pode apoiar o enquadramento, a estruturação do procedimento, a resposta a exigências e a análise de decisões, em conjunto com a equipe técnica.

Há assessoria para licitações de equipamentos e materiais hospitalares?+

Sim. O trabalho pode incluir análise de edital, impugnações, habilitação, amostras, recursos, contratos, glosas, atrasos de pagamento e sanções.

O escritório atua com OPME, implantes e diagnóstico in vitro?+

Sim. A atuação pode envolver regulação, contratos públicos, fiscalização, compliance, auditorias e processos administrativos.

Como funciona a defesa contra auto de infração?+

A defesa pode examinar competência, tipificação, provas, formalização, medidas cautelares, risco sanitário e dosimetria da penalidade.

O escritório atua em compliance para empresas de equipamentos médicos?+

Sim. O trabalho pode abranger políticas de relacionamento com profissionais da saúde, distribuidores, agentes públicos, hospitais, terceiros e parceiros comerciais.

Quais documentos devem ser enviados para análise inicial?+

É recomendável encaminhar registros, notificações, autorizações, exigências, decisões, relatórios de inspeção, editais, contratos, autos de infração, comunicações de tecnovigilância e materiais técnicos relevantes.

Sua empresa enfrenta uma questão regulatória, contratual ou de tecnovigilância?

Encaminhe o contexto, o órgão envolvido e os principais documentos para análise inicial da estratégia jurídica.

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