Antes da fiscalização
Revisão de documentos, licenças, autorizações, registros, procedimentos internos e responsabilidades.
O Dantas Fonseca Advocacia presta assessoria jurídica a empresas da área da saúde em fiscalizações sanitárias, inspeções, notificações, autos de infração, medidas cautelares, interdições, recolhimentos, multas e processos administrativos perante a ANVISA e demais autoridades sanitárias.
A fiscalização sanitária pode alcançar produtos, estabelecimentos, processos, documentos, instalações e atividades da empresa. Dependendo da situação identificada, a autoridade pode formular exigências, emitir notificações, instaurar processos administrativos ou adotar medidas cautelares com impacto imediato na operação.
Revisão de documentos, licenças, autorizações, registros, procedimentos internos e responsabilidades.
Acompanhamento dos atos, organização das informações, registro das ocorrências e orientação aos responsáveis.
Análise de termos, notificações, exigências, autos de infração, medidas cautelares e estratégia de resposta.
A defesa deve considerar a norma aplicável, os fatos, as provas, os documentos técnicos e os impactos da medida sobre a atividade empresarial.
Organização jurídica de autorizações, registros, licenças, procedimentos internos, contratos e documentos relevantes.
Orientação durante inspeções e diligências, com atenção à formalização dos atos e às informações solicitadas.
Análise do fundamento, prazo, providências solicitadas e elaboração de resposta administrativa.
Defesa quanto à competência, tipificação, materialidade, provas, procedimento e proporcionalidade da penalidade.
Conhecer atuação →Atuação em interdição, apreensão, suspensão, recolhimento ou outras medidas capazes de afetar a continuidade da operação.
Revisão de decisões, multas, restrições e demais sanções aplicadas pela autoridade sanitária.
Conhecer atuação em recursos →Uma fiscalização pode desencadear consequências regulatórias, contratuais, econômicas e reputacionais simultaneamente.
O procedimento pode variar conforme o órgão e o caso concreto, mas algumas etapas aparecem com frequência.
Verificação de estabelecimento, produto ou atividade.
Solicitação e análise de registros e evidências.
Exigências, adequações ou esclarecimentos.
Formalização da possível infração.
Contraditório, documentos e argumentos.
Arquivamento, advertência, multa ou outra medida.
Revisão administrativa da decisão.
Adequações e continuidade da operação.
O conteúdo é voltado a empresas e organizações sujeitas à vigilância sanitária, e não a demandas individuais de pacientes.
Fabricação, armazenamento, distribuição, registros, qualidade e cumprimento de exigências sanitárias.
Produtos para saúde, dispositivos médicos, importação, tecnovigilância, recolhimentos e contratos públicos.
AFE, cadeia logística, armazenagem, transporte, documentação e regularidade dos produtos.
Licenças, instalações, processos internos, equipamentos, serviços e exigências sanitárias.
Reagentes, testes, analisadores, importação, distribuição e produtos sujeitos a controle sanitário.
Fiscalização de atividades e tecnologias sujeitas ao enquadramento sanitário aplicável.
Para empresas de equipamentos e dispositivos médicos, ocorrências pós comercialização podem resultar em comunicações à autoridade, investigações, ações de campo, recolhimentos e inspeções.
Análise documental e jurídica de não conformidades, falhas e problemas relacionados ao produto.
Coordenação jurídica das informações, preservação de evidências e interação com áreas técnicas.
Recolhimento, correção, substituição, comunicação e avaliação dos efeitos sobre clientes e contratos.
| Tema | Questão | Atuação jurídica |
|---|---|---|
| Competência | Autoridade responsável pelo ato e limites de sua atribuição. | Análise da regularidade do procedimento. |
| Tipificação | Correspondência entre o fato atribuído e a norma sanitária aplicada. | Defesa sobre enquadramento da conduta. |
| Provas | Relatórios, laudos, amostras, documentos e registros internos. | Exame da materialidade e confiabilidade dos elementos. |
| Contraditório | Acesso aos autos e oportunidade efetiva de manifestação. | Preservação das garantias processuais. |
| Medida cautelar | Interdição, apreensão, suspensão ou recolhimento. | Análise de necessidade, adequação e proporcionalidade. |
| Dosimetria | Gravidade, antecedentes, risco e circunstâncias do caso. | Revisão da proporcionalidade da sanção. |
A estratégia deve considerar não apenas o processo sanitário, mas também os efeitos sobre o negócio e outras relações com o Poder Público.
As respostas são gerais e dependem do órgão responsável, da atividade, do produto, da norma e dos documentos da empresa.
É a atividade de controle exercida por autoridades sanitárias para verificar o cumprimento das normas aplicáveis a estabelecimentos, produtos, serviços, processos e atividades sujeitos à vigilância sanitária.
Podem estar sujeitas à fiscalização indústrias farmacêuticas, fabricantes de equipamentos médicos, importadores, distribuidores, laboratórios, hospitais, clínicas, empresas de diagnóstico e outros agentes da cadeia da saúde.
Sim. A atuação jurídica pode envolver preparação documental, orientação aos responsáveis, acompanhamento dos atos de fiscalização e análise dos documentos produzidos pela autoridade.
É recomendável analisar imediatamente o conteúdo, o fundamento normativo, o prazo para resposta, os documentos solicitados e os possíveis impactos regulatórios e operacionais.
O auto formaliza a imputação de uma possível infração sanitária e pode dar origem a processo administrativo no qual a empresa exerce contraditório e defesa.
Em regra, a legislação e o procedimento aplicável podem prever defesa, recurso ou outras formas de revisão administrativa, conforme o órgão e a fase processual.
Dependendo do caso, da autoridade competente e do risco identificado, podem ser adotadas medidas cautelares como interdição, apreensão, suspensão de atividade, recolhimento ou outras restrições.
É a retirada ou correção de produtos no mercado quando identificada situação que justifique ação de campo, medida corretiva ou proteção sanitária.
Sim. Irregularidades relevantes podem repercutir sobre licenças, autorizações, registros, atividades autorizadas e continuidade da operação.
Eventos adversos, queixas técnicas e ações de campo podem gerar comunicações, investigações, inspeções e medidas administrativas envolvendo dispositivos médicos e produtos para saúde.
Sim. Interdição, suspensão, falta de regularidade ou indisponibilidade do produto pode impactar entregas, recebimento, glosas, execução contratual e processos sancionadores.
Sim. A atuação pode envolver procedimentos perante a ANVISA e autoridades sanitárias estaduais, distritais ou municipais, conforme a competência aplicável.
É importante preservar notificações, termos de inspeção, relatórios, autos, registros internos, documentos de qualidade, comunicações, licenças, autorizações e demais elementos relacionados aos fatos.
A assessoria é especialmente relevante diante de inspeção sensível, notificação com potencial sancionador, auto de infração, interdição, recolhimento, suspensão, cancelamento ou risco de impacto contratual.
Encaminhe o termo de fiscalização, a notificação, o auto ou a decisão recebida para análise inicial da estratégia jurídica.